NINGUÉM MANDA EM MIM !!!
30ª Semana do Tempo Comum
30ª Semana do Tempo Comum
Irmãos em Cristo Jesus !
Neste domingo o Senhor Deus nos chama a refletir sobre três dimensões fundamentais acerca de nossa liberdade e de nossa vida Cristã: a conduta, o exemplo e o amor, que estão presentes em nossa liturgia.
Estas três dimensões estão sintetizadas no nosso Evangelho em uma palavra: Mandamento.
Mas, o que representa o Mandamento nos dias de hoje ? Como alguém pode interferir em nossa trajetória exatamente quando somos impulsionados a lidar com nossos problemas e nossa vida de forma individualizada sem que precisemos responder a nada e a ninguém ? Como pensar em mandamentos quando nos sentimos senhores de tudo e se limite é uma palavra que abolimos de nossas relações ? De fato lidamos com nossos atos sob a frase: "ninguém manda em mim e ninguém tem nada com isso".
Assim, o que pode representar o mandamento quando nossas atitudes cotidianas estão muito mais vinculadas aos nossos desejos individuais, às falsas formas de identidade ?
Em nosso mundo estamos mais preocupados em demonstrar nosso carro, em demonstrar nossa casa, nossas roupas de marca, os lugares e posições sociais que ocupamos e usufruímos. Todas estas manifestações nos dão um sentido de individualidade, de independência e de autonomia. Porque são postos, objetos posições que pensamos ter conquistado individualmente, sem precisar responder a nada e a ninguém.
Mas, o que representa o Mandamento nos dias de hoje ? Como alguém pode interferir em nossa trajetória exatamente quando somos impulsionados a lidar com nossos problemas e nossa vida de forma individualizada sem que precisemos responder a nada e a ninguém ? Como pensar em mandamentos quando nos sentimos senhores de tudo e se limite é uma palavra que abolimos de nossas relações ? De fato lidamos com nossos atos sob a frase: "ninguém manda em mim e ninguém tem nada com isso".
Assim, o que pode representar o mandamento quando nossas atitudes cotidianas estão muito mais vinculadas aos nossos desejos individuais, às falsas formas de identidade ?
Em nosso mundo estamos mais preocupados em demonstrar nosso carro, em demonstrar nossa casa, nossas roupas de marca, os lugares e posições sociais que ocupamos e usufruímos. Todas estas manifestações nos dão um sentido de individualidade, de independência e de autonomia. Porque são postos, objetos posições que pensamos ter conquistado individualmente, sem precisar responder a nada e a ninguém.
Este tipo de compreensão é extremamente equivocada. A ideia de individualidade e de autonomia, fixada nestes elementos, obscurecem que somos serviçais a alguma coisa. Porque estes elementos que nos consagram no mundo dos homens, em verdade obscurecem que somos escravos de um mundo de consumo e de ostentação, obscurecem que somos assim subordinados e seguimos uma ordem, um mandamento do mundo e que nos escraviza mais e mais no consumo e no individualismo. Um individualismo que faz com que percamos os vínculos familiares, de amizade, para os quais nossa conduta ética e cristã não precisam ser reconhecidas, não precisam coexistir em nossas relações com estes ou quaisquer outros grupos sociais e comunidade. Desprendemos dos laços pessoais para prendermo-nos nas coisas do mundo.
Ao contrário, o mandamento a que o Senhor Deus nos conclama não representa uma dominação, uma imposição, mas um chamado às nossas responsabilidades, uma chamado à conduta cristã que possa ser expressa de forma viva e autêntica, por aquilo que somos de fato: filhos de Deus.
O Mandamento de Deus não resulta em uma opressão e em uma obrigação, ele resulta de uma liberdade, de uma relação de liberdade em que não oprimimos e não dominamos, porque não nos valemos da condição de flagelo e desesperança de nossos semelhantes. Ao contrário nossa conduta é de misericórdia e capacidade de ser solidário no mundo: "Não oprimas nem maltrates o estrangeiro". De nossa capacidade de reconhecer o limite e a necessidade do outro: "Se tomares como penhor o manto do teu próximo, deverás devolvê-lo antes do pôr-do-sol".
O Mandamento de Deus não resulta em uma opressão e em uma obrigação, ele resulta de uma liberdade, de uma relação de liberdade em que não oprimimos e não dominamos, porque não nos valemos da condição de flagelo e desesperança de nossos semelhantes. Ao contrário nossa conduta é de misericórdia e capacidade de ser solidário no mundo: "Não oprimas nem maltrates o estrangeiro". De nossa capacidade de reconhecer o limite e a necessidade do outro: "Se tomares como penhor o manto do teu próximo, deverás devolvê-lo antes do pôr-do-sol".
Nesta mesma perspectiva é que o Mandamento de Deus nos chama a realizarmo-nos no mundo como exemplo. Ser exemplo implica em reconhecer que não podemos demarcar nossa identidade cristã nos objetos, no ter, no aparentar, em diferenciar-nos dos outros. Educar pelo exemplo é a ação cristã concreta que apresentamos aos nossos filhos, aos nossos vizinhos e à nossa comunidade. O chamado de Deus para sermos exemplos, exige de nós a libertação dos mandamentos do mundo, porque requer que nos preocupemos com o resultado de nossas ações. De nossas agressões no trânsito, de nossas arrogâncias no trabalho, nas filas dos supermercados, dos bancos, consolidando nossas relações cotidianas no semblante de Cristo e acolhendo a todos com alegria: "Assim vos tornastes modelo para todos os fiéis". Vendo em nossos atos uma forma de nos libertamos dos objetos que nos tornam escravos no mundo: "As pessoas mesmas contam como vós nos acolhestes e como vos convertestes, abandonando os falsos deuses".
Com tudo isso nos encontramos na terceira dimensão de seu chamado: o amor. Esta ação suprema é reveladora de nossa cumplicidade com o Senhor Deus. De nosso comprometimento com as pessoas no mundo e não com os objetos que nos afastam e os quais usamos para oprimir e para nos diferenciar dos demais. Esta terceira dimensão revela nossa indulgência, revela nossa capacidade de perdoar e que se trata do mais sublime e fraterno sentimento. Este sentimento nos faz próximos e iguais ao Senhor Deus que, por sua misericórdia, nos faz livres.
Assim, nesta liberdade se percebe que não se trata de alguém mandar em você, trata-se simplesmente em reconhecer se sua conduta, seu exemplo e seu amor fazem com que você se aproxime ou se distancie de Deus. Trata-se de verificar se sua conduta, seu exemplo e seu amor se vinculam ao mundo ou ao Senhor Jesus Cristo. Ninguém mandar em você pode ser uma ilusão, na medida em que o mundo exerce mandamentos constantes em sua vida, mas que são obscurecidos por uma ideia de desejo individual, de realização pessoal, quando ela é totalmente condicionada e não emerge de seu interior e de sua identidade cristã. Assim, você parece livre, quando em verdade é prisioneiro. Libertar-se significa atender ao chamado do Senhor Deus: "amai a Deus e ao próximo". Este é o sentido do Mandamento para Deus, não é uma ordem, mas um convite para a vida, uma vida plena que se revela em sua conduta fraterna cristã, em seu exemplo de perdão e em sua capacidade de amar !
Com tudo isso nos encontramos na terceira dimensão de seu chamado: o amor. Esta ação suprema é reveladora de nossa cumplicidade com o Senhor Deus. De nosso comprometimento com as pessoas no mundo e não com os objetos que nos afastam e os quais usamos para oprimir e para nos diferenciar dos demais. Esta terceira dimensão revela nossa indulgência, revela nossa capacidade de perdoar e que se trata do mais sublime e fraterno sentimento. Este sentimento nos faz próximos e iguais ao Senhor Deus que, por sua misericórdia, nos faz livres.
Assim, nesta liberdade se percebe que não se trata de alguém mandar em você, trata-se simplesmente em reconhecer se sua conduta, seu exemplo e seu amor fazem com que você se aproxime ou se distancie de Deus. Trata-se de verificar se sua conduta, seu exemplo e seu amor se vinculam ao mundo ou ao Senhor Jesus Cristo. Ninguém mandar em você pode ser uma ilusão, na medida em que o mundo exerce mandamentos constantes em sua vida, mas que são obscurecidos por uma ideia de desejo individual, de realização pessoal, quando ela é totalmente condicionada e não emerge de seu interior e de sua identidade cristã. Assim, você parece livre, quando em verdade é prisioneiro. Libertar-se significa atender ao chamado do Senhor Deus: "amai a Deus e ao próximo". Este é o sentido do Mandamento para Deus, não é uma ordem, mas um convite para a vida, uma vida plena que se revela em sua conduta fraterna cristã, em seu exemplo de perdão e em sua capacidade de amar !
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